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Exposição Erwin Wurm – O Corpo é a Casa

capa do texto, fonte: CCBB Rio

Essa exposição foi uma das primeiras visitadas desse ano e durante ela pude notar uma visão crítica a sociedade de consumo.

 O artista austríaco, Erwin Wurm, articula seu pensamento nas banalidades do dia a dia. Transformando em esculturas tridimensionais objetos distorcidos e pessoas, até mesmo dando vida a uma casa. A organização da exposição trouxe peças que refletem a linguagem diversa do artista, colocando em questão as coisas e as formas presentes em nossa vida, como por exemplo: estruturas arquitetônicas, produtos e objetos cotidianos, alimentos e também o corpo.

Retrato de Erwin Wurum. Um homem de estatura média, magro, pouco cabelo e uso da barba
Fonte: Wikipédia
 Erwin trabalha com a arte conceitual e interativa. As esculturas e os objetos cotidianos trazem consigo formas distorcidas e expandidas. Nesse ponto, o que mais me chamou a atenção foi a interação, pois os objetos se complementavam de forma performática com as pessoas que ali estavam. Como se cada pessoa interagisse de uma forma única.

(Fotografia: Rio-hilo)
 As vezes eram como objetos banais, como uma cadeira, porém as pessoas não poderiam sentar nela, mas seguir um passo-a-passo para vesti-la. Lembrou-me o livro Design do Dia-a-dia de Norman, pois a aponta que para entendermos a função de um objeto devemos subverter a função dele e observar como os usuários usam esse produto. Nesse caso, das esculturas, o artista tenta trazer essa ideia de subversão com bastante humor. Fazendo com que as pessoas olhem para os produtos com mais cuidado e curiosidade.

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