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Mas ele está funcionando?

Imagem da capa do texto. Imagem de um celular com um rostinho.

Na sexta-feira (23/06), chegou pelo correio minha última compra: um celular Multilaser MS45. Sim, a mesma empresa Multilaser que produzi teclado também produz Smathphone (eu descobri isso depois de andar pelo Edifício Central no Rio de Janeiro). Mas esse texto não é sobre a compra em si, mas sim sobre o processo dela.
Eu não faço muita questão de usar aparelho de tecnologia de ponta. Gosto até de ver os lançamentos, mas não me gera uma ânsia de adquirir o produto (nada contra, só não faço parte desse público). Quando compro algo na área de informática, eu me atento mais a parte de especificação técnica vs. minha necessidade.

E percebo o quão ruim é perguntar “tal aparelho é bom? ”. Pois não fica claro um ponto de referência ( é diferente de falar: “a tela desse aparelho é bom em relação ao modelo X?”). Nenhuma empresa vai produzir algo que seja ruim (muito pelo contrário). Contudo, poucos consumidores sabem com clareza o que procuram. Se o aparelho cumpre o que eu espero que ele faça – muito provável eu veja-o com bons olhos.

O melhor exemplo é o meu celular anterior – um Multilaser MS2, um modelo bem simples (Sistema operacional: Android 4.2 / Tamanho da tela: 3,5 pol. / Resolução da câmera: 3 megapixels). Mesmo sabendo que ele era um “aparelho fraco”, fiz um ótimo proveito dele, curti muito esse aparelho! Muitos poderiam ver todos os defeitos possíveis, mas para mim, ele sanava todos os meus problemas.

Foto com dois modelos de Smathphone da mesma empresa sob um fundo escuro
A direita o modelo MS2 (meu celular antigo); a esquerda o modelo MS45 (meu celular atual). (Fotografia: Nívia Bellos)

 Depois de três anos de uso e com pequenos defeitos, resolvi substituir. Nessa compra que senti mais dúvida em realizar – bem naquela linha de pensamento focado no funcionalismo. Assim, em meu papel de consumidora, vi que o ato de comprar leva sim a mais de questões: financeiro, desejo, necessidade, oportunidade, status, etc. Cada momentos como esse na minha vida, eu percebo o lado emocional da compra e menos o lado racional (sim, por muito tempo acreditei que as pessoas só compravam por necessidade em uma tomada de decisão mecânica).

E nesse autoanalise, eu descubro as outras camadas que envolve o consumo, como também as poucas alternativas que o mercado possibilita, já que ao adquirir um novo modelo também gerei mais um lixo eletrônico que esta parado no quarto. Assim, eu compreendo melhor os motivos que levam a novos modelos de negocio, porque realmente a sociedade está precisando.

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