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Pare de mimi e faça


De vez em quando, eu curto ler alguns textos na plataforma do Medium. Um tempo atrás, eu li o texto tão relevante que o escolhi como pauta para o blog. Eu me referindo ao texto “As vítimas no Design” escrito por Matheus Moura (caso não tenha lido, veja aqui nesse link). Agora, caso não queria ler todo o texto. Esse trecho resume bem:

Se o número de pessoas que reclamam das situações fosse igual ao de indivíduos que realmente fazem algo para melhorar essa mesma realidade, o mundo seria um lugar bem mais eficiente e positivo.
E cara, como eu concordo! Vamos ser francos: designer não são unidos!

Volta e meia vejo as mesmas cenas desde o tempo de faculdade: piadas que depreciavam a nossa profissão, reclamações em relação a remuneração, críticas que beiram a grosseira em relação aos projetos alheios. Isso sempre me incomodou, mesmo. Tanto essa é uma das posturas que assumo aqui no Atelier Design - não falar mal. Quem é leitor antigo do blog, sabe que buscamos ressaltar o melhor do design, seja na área de gráfico quanto de produto. Fazemos isso desde 2013 com muito carinho e orgulho.

Reclamar é importante? Até certo ponto sim, mas agir conta muito mais. E percebo pouco amadurecimento do nosso grupo profissional.

Pouco reconhecimento, pouco dinheiro, pouca oportunidade não são questões restritas aos designers - isso está em todas as áreas. Pois é a mesma reclamação entre: engenheiros, entre psicólogos até entre advogados.

Meu sonho é ainda ver os Designer no mesmo nível dos Fotógrafos. Eu sou ouvinte do podcast Papo de Fotógrafo, e durante a conversa fica claro perceber a preocupação de ter bons trabalhos enquanto um grupo – aumentar o nível de qualidade entre os profissionais. Por exemplo:

Tenha bons parâmetro. Isso é muito importante. Trocar o copiar por ter bons parâmetros. Eu melhorei muito a minha fotografia tendo bons parâmetros. É de fato ver somente trabalhos dos caras que você põe no pedestal. Aquele cara que você sonha em “ter uma foto assim”. Guilherme Bastian (34 minutos)
Enquanto a postura não mudar, o cenário só vai mudar a passos muito devagar.

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