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Design de Interação #2

Este evento foi organizado pelos alunos da Escola Superior de Desenho Industrial (ESDI), no ano 2016, com o objetivo de promover o contato dos alunos de graduação em design com os profissionais e empresas já consolidadas no mercado nacional.
No primeiro dia tivemos o prazer de conhecer o Daniel Prado, da YDreams, que nos contou bastante sobre Design de Ambientação e Interação, demonstrando seu portfólio. E hoje venho trazer alguns apontamentos e reflexões de um dos palestrantes.

Integrante do primeiro time do YDreams no Brasil, Daniel Prado tem uma longa trajetória de liderança em projetos multimídia e negócios na internet para empresas como Xerox, Embratur, Petrobras e Ministério da Educação. Começou a carreira com infraestrutura de redes e no desenvolvimento de sites, antes de chegar à MediaLab, onde trabalhou pela primeira vez com Karina e Daniel Japiassu entre 1996 e 1998. Neste ano, montou a Agente Web com Japiassu e outros sócios. Após um período como consultor de grandes projetos, trabalhou na Agência Nacional de Saúde em projetos de internet, entre 2003 e 2007, até receber o convite para assumir a direção de tecnologia da YDreams. Com atuação próxima ao departamento de criação, seu principal papel é elaborar o aspecto tecnológico em novos projetos e fazer a gestão das equipes desenvolvimento e TI. Desde 1998 é professor na Escola de Criação da ESPM do Rio, onde começou lecionando webmarketing e onde está lançando uma oficina sobre Arduíno e Internet das Coisas.



Segundo Daniel - programação é o meio básico para interação - por isso é uma linguagem que deveria ser aprendida e estudada, não tem regra formal para aprender programação. Para um designer entrar no ramo da interação, precisa ter em mente essas três conceitos: storytelling, multimídia e hardware.

Construção de experiência narrativa, histórias e interação, trazem o interesse direto as peças produzidas pela YDreams, como por exemplo as Naves do Conhecimento, escolas modelos da prefeitura do Rio de Janeiro. Ou mesmo, o Instituto Ayrton Senna com o sua exposição de memórias do maior esportista do Brasil. A empresa pensa em ligar a arquitetura e o design, como no trabalho da Fachada interativa em São Paulo, onde o prédio reagia aos ruídos da cidade e, também, as pessoas podiam interagir produzindo seu próprio efeito através de um aplicativo.

O design está ligado a tecnologia e a inovação nessa nossa era pós-digital!



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