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Cartazes para um Futuro


Antigamente, eu acreditava que era possível planejar a vida toda - como se fosse vários pontos de conquista (igual a um jogo, sabe?). Mas com o tempo, eu fui percebendo que essa ideia não é verdade, pois não leva em consideração os fatores externos.

O futuro sempre foi algo que estimulou a imaginação da sociedade como um todo. Agora imagina fazer cartazes para o futuro? Essa foi a ideia do Posteridade, atividade que aconteceu no Laboratório do Amanhã. Admito que eu não fazia ideia, mas o Museu do Amanhã possui um espaço dedicado a exploração e o ensino, chamado Laboratório do Amanhã.O espaço em si não é grande, mas é ótimo para aprender novos conceitos.


A atividade foi orientada pelo australiano Stuart Candy, um Futurista e Designer. Eu não sabia até aquele dia, mas a Futurologia consiste em perceber do futuro de maneira possível. Em outras palavras: propor um passeio na floresta por Realidade Aumentada - com a tecnologia que existe e com a diminuição das florestas, as pessoas poderiam passear nas florestas no conforto do sofá e ver toda a beleza que existe (mesmo sendo estranho é algo provável de acontecer).

Na foto aparece algumas cartas no lado esquerdo e no lado direito com as folhas de rascunho.
 Essas cartaz coloridas faziam parte da atividade, a ideia era auxiliar os participantes a construírem os novos cenários. E com um auxilio de uma folha , rascunhar o que gostaria para o cartaz. (Fotografia: Rennan Mendes)

Eu achei bem interessante a atividade, porque estimula a imaginação - se desprender da realidade e permitir a criar algo novo, independente de ser boa ou ruim: pode ser um novo espaço ZEN com gravidade zero; um espaço dedicado a compartilhamento de informação ou então mercado para robôs para uso particular (percebe que as possibilidades são infinitas?).

Para a atividade ser mais prática, foi realizado a criação de cartazes e depois aplicada pela cidade. Para dar um auxilio em imaginar o futuro, o laboratório forneceu um jogo de cartas que era dividido da seguinte maneira: Verde - Mundo/ Azul - Tema/ Rosa - Objetivo/ Roxo - Sentimento. Ou seja, o grau de variabilidade era alto e forçava a criatividade. Mesmo sendo no formato A3 (o que é pequeno para um cartaz), foi uma experiência nova fazer uma interferência na cidade. No caso, o meu cartaz tratava de trabalho para ex-presidiário e o cartaz do Rennan abordava o espaço urbano (caso queria ver com mais detalhes o cartaz do Rennan - clique aqui).


Todo da mesa com seis propostas de cartazes
Fotografia: Nívia Bellos
Na imagem mostra: Nívia (centro), Ivan (direita) e o fotografo do Museu (esquerda).
Fotografia: Rennan Mendes
Impressão do cartaz do Rennan (Fotografia: Rennan Mendes)

Eu com o meu cartaz (Fotografia: Rennan Mendes)

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