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Ellen Lupton




Foi ano passado. Eu e Rennan tivemos a oportunidade de assistir palestra de Ellen Lupton no teatro da Pontifícia Universidade católica do Paraná. Na época, ela estava de passagem pelo Brasil em parceria com a Editora GG promovendo seu último livro e realizando algumas palestras em algumas Universidades.
Eu não tinha muito conhecimento prévio de sua história, eu só sabia que ela é autora de alguns livros. Na minha biblioteca eu tenho dois: Pensando com Tipos e o Fundamento do Design Gráfico. Mas fora isso, eu não sabia de mais nada.



Antes de falar da palestra em si, eu quero dividir algo que chamou a minha atenção: simplicidade. Eu não sei quanto a vocês, mas eu creio que os grandes pesquisadores/autores também possuem um ego proporcional a sua importância – porque eu penso isso? Não sei. Mas eu gosto de descobrir o quanto erro nesse aspecto. A Ellen falava conosco com um sorriso no rosto, ela demonstrava que estava feliz por estar ali conosco. Não precisa saber inglês, sorriso é a linguagem universal do ser humano.

Agora sobre a apresentação. Se fosse para resumir em uma frase: tudo é experiência. Ao contrário da minha concepção, eu ainda via o Design dentro de caixinhas. Design de livro, design de site, design de joia. O que ela mostrou é bem o posto, o design está presente em vários momentos do nosso cotidiano: no planejamento das férias ou de um jantar a dois. Pois nós seres humanos gostamos de histórias – boas histórias envolvem as pessoas. E para proporcionar boas histórias é bom ter boas experiências.




Naquela manhã, Ellen mostrou a relação da experiência do cotidiano estão entrelaçadas com o design. Alguns poderiam dizer que é “Experiência do usuário”? Talvez. Mas depois daquela manhã, eu prefiro pensar que são boas histórias que proporcionamos ao nosso usuário. Um exemplo disso: um casal pretende realizar um jantar num restaurante. Eles vão idealizar esse encontro, escolher o local e vão procurar proporcionar o melhor encontro. Agora imagina ser mal atendido nesse restaurante. Não vai estragar a experiência?
 

Essa visão é muito novo e muda muito a perspectiva que tinha dentro da área. Pois saímos das caixinhas e compreendemos projeto de maneira mais amplo – não projetamos objetos, projetamos boas experiências. 


Observação: é engraçado ver a diferença das roupas. Ela parecia que não sentia frio!

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