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Carybé - As cores do Sagrado.



No fina de 2015, na Caixa Cultural do RJ aconteceu a exposição de Carybé - As cores do Sagrado. Admito que quando eu fui eu não tinha a menor expectativa em relação ao que iria acontecer. Pois nunca ouvi falar de Carybé, contudo foi uma pequena aula.

Para quem, assim como eu, não conhece Carybé: Ele se chamada Hector Julio Páride Bernabó. Argentino de nacensa, mas brasileiro de alma. Atuou em várias frentes ( pintor, ilustrador, gravador, ceramista e etc). Ou seja, seu trabalho é mais do que amplo. 

A exposição em si são 50 obras de aquarela com estudos  a partir dos terreiros de Camdoblé da Bahia que ele frequentava (durante os anos e 1950 até 1980). Sendo que este mesmo material fez parte do livro "Iconografia dos Deuses Africanos no Candomblé da Bahia".


E ai que se abre um mundo novo, pois a cultura negra que faz parte da história nacional não tem muita presença na arte. Pelo menos, até o momento em que escrevo este artigo, eu não conheço muitos artistas que tenham buscado referências na cultura africana, muito menos nos terreiros do candomblé.

Logo, conhecer este material é enriquecedor, não pela técnica dele ou pelo traçado. E sim por representar um "brasil" não muito lembrado. Mas que faz parte da nossa história enquanto nação.



Representação de um terreiro de Candomblé com várias pessoas.
Representação de terreiro de Candomblé (Fotografia: Nívia Bellos) 
Representação de Oxum com um vestido amarelo.
Representação de Oxum (Fotografia: Nívia Bellos) 
Representação de Ogum com roupa azul e detalhes amarelos.
Representação de Ogum (Fotografia: Nívia Bellos)

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