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O livro que me fez repensar a minha postura sobre trabalho

Capa do texto. Aparece a imagem da autora do livro Sheryl Sandberg, ela é branca e tem com cabelo moreno escuro e curto.

       Uma das coisas mais difíceis em trabalhar nem sempre é produzir ou cumprir prazos e sim é se relacionar com a equipe. Isso é algo tão importante que não é difícil encontrar anúncios de vaga de emprego pedindo saber se "relacionar com equipe". Ou então noticias que tratem sobre comportamento dentro de empresa.

       E é este o cenário escolhido por Sheryl Sandberg em "Faça Acontecer - Mulheres, trabalho e a vontade de liderar" da editora Companhia das Letras. Pra quem não conhece a moça de 44 anos ela hoje atua no Facebook  como chefe de operações e é membro do conselho da empresa. Além disso já foi capa das revistas Times e a Forbes por chegarem posições importantes no mundo empresarial. 
Capa do livro "Faça Acontecer" de Sheryl Sandberg.

       E em seu livro ela conversa com o leitor sobre trabalho e a mulher, eu digo conversa porque é um livro curto e super gostoso de ler, contudo muito honesto. A ideia do livro é o seguinte: Como ela possui um currículo pra poucos, Sheryl percebeu que poucas mulheres conseguem altos cargos e que boa parte desta fato ocorre por causa do comportamento da própria mulher.

       Bom, pra ser honesta eu ainda não terminei (estou no capitulo 6 onde ela aborda a importância de sermos francos as vezes numa boa relação). E o livro não é verdade absoluta, mesmo trazendo pesquisas e dados importantes que dá mais base ao temas que ela aborda em cada capítulo o livro, mas porque sinceramente o livro deveria ser lido por todos. Pois  creio que seja difícil não reconhecer em algum momento ou realmente pensar que nada daquilo seja útil. Por exemplo: no capitulo 4 onde aborda questão de cargo de trabalho e diz que muitas mulheres demoram pra assumir novas funções, pois acreditam que tem que estar totalmente qualificado. E eu ao final do capitulo me inclui, pois já deixar de me candidatar a uma vaga por não acreditar q seja totalmente qualificada.

       A questão não está em somente nos atos feitos só por mulheres e sim atos que qualquer um faz, mas infelizmente é mais recorrente em mulheres. E o mais legal é a honestidade dela em certos momentos do livro e mostrando que não é receita de bolo para o bom emprego. Por exemplo: quando ela divide com o leitor que já chorou na frente de um chefe ou que já ficou em duvida em negociar salário. Desta maneira o livro não toma o tom de auto ajuda ou de "felicidade garantida" e mais para "olha deu certo pra mim, porque tu não tentar também?", por exemplo:

  • O que tem de errado em você admitir que fez um bom trabalho?
  • É importante você ser confiante, pois no meio do trajeto terá desafios.
  • Não espere que alguém veja que está fazendo um bom trabalho e a valorize por isso a todo momento.
       Estas são algumas dicas que há ao longo do texto e que eu achei de grande importância a mim. E que coloca muito mais em posição de ação do que a velha maneira de "mande um currículo e espere que alguma empresa olhe"... Ok! Sabemos que estar na posição de ação tem suas consequências, mas é tão ruim assim? Será que não devemos mesmo assumir a responsabilidade? Eu não sei quanto a você, mas eu vejo que Sheryl possa ter um pouco de razão: que o sucesso profissional está as vezes mais ligado ao lidar com as situações de trabalho do que simplesmente seu currículo.


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