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Essa pergunta invadiu as casas brasileiras nesse primeiro semestre de 2018. Mesmo sendo algo simples, vale essa pequena reflexão.


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Na área do design fala-se muito em criar peças, projetar produtos e ter ideias inovadoras. Até ai, ok. Mas já repararam que pouco se fala sobre ouvir?



Pra continuar o nosso especial das mulheres no Design (caso não saiba do que estou tratando, veja esse link e aproveita e conhece já Erika, nesse link aqui).


São 21h23 do dia 7. Amanhã é dia 8 de março.

E não vou mentir, ao meu ver esse é um dos textos mais complicados para ser escrito neste mês. Eu sei que durante todo o dia 8 a população será carregada de informações e análises sobre o que é ser mulher no século 21. Alguns deles analisarão a situação das mulheres com foco nas áreas econômica, social ou jurídica. Outros farão suas análises com base em assuntos mais complicados, como assédio, feminicídio, aborto etc. Em outras palavras, como produtora de conteúdo é difícil acertar qual o tom do texto.
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Para começar o nosso especial de março, que comentei nesse texto. Quero mostrar o material de
Erika Lourenço, uma ilustradora que conheci de uma maneira diferente.

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Finalmente, chegamos em março (ou gastamos 59 dias deste 2018). Esse mês é popularmente conhecido como o mês da mulher - seja por meio de mais propaganda com produtos femininos ou por meio de ações voltados a questões sociais (mercado de trabalho, lei Maria da Penha, violência doméstica). Por causa de acontecimentos históricos, março foi elegido como o mês para falar sobre as grandes questões que envolvem as mulheres. E aqui no blog não será diferente.
 

Curte histórias medievais? Já pensou em cuidar do seu próprio feudo? Bom, é isso que em Carcassonne proporciona.

Foto aerea do cartelo de Carcassonne. Vê o castelo em sua totalidade e parte das construções do lado de fora do muro.
(Fotografia: Chensiyuan)


Antes que estranhe, sim Carcassonne é o nome de de uma fortificação na França, muito bonita inclusive. Essa construção inspira o nome de um jogo de tabuleiro com o mesmo nome. Neste jogo, a movimentação é simples: a de colocação de peças. Dessa forma os jogadores criam parte da paisagem do sul da França. As tiles, como são chamadas essas peças, podem representar: parte de uma cidade, estrada, mosteiro, pradaria ou algumas combinações das mesmas ilustrações. Peça por peça, o jogo acaba criando o entretenimento e um certo grau de complexidade. Já que essas peças quando combinadas uma ao lado das outras, o mapa surge e as cidades e as estradas se ligam.

Assim, Carcassonne se mostra um jogo simples de jogar e divertido, pois o grau de combinações existente é muito grande. Sem falar que a curva de aprendizagem dele também é baixa, o que é mais um incentivo para aqueles que não tem familiaridade com os jogos de tabuleiro.


Outro detalhe que dá um charme ao jogo são são meeples. Eles são os “peões” do conjunto, mas com uma solução visual bem simpática, ao invés daquela aparência clássica de cone (comum em jogos como Banco Imobiliário), eles realmente parecem homenzinhos e de madeira ainda. São eles que demarcam dentro do mapa a região de cada jogador e também é a maneira de pontuar, ou seja, na cidade como um cavaleiro, na estrada um ladrão, em um mosteiro um monge, ou na pradaria como um fazendeiro. Quando essa área é completa começa a contagem dos meeples pontuando assim os jogadores.

Foto de uma pilha de meeple coloridos.




Hoje, Carcassonne é um dos grandes nomes dos jogos de tabuleiros, tanto que já ganhou expansões e vários prêmio, inclusive o de "jogo do ano" da edição de 2011 da Spiel (Spiel é um dos maiores encontros de jogos realizado anualmente na Europa). Um jogo tático simples que oferece uma experiência única.


Em mais uma seção de AD Ludus, dessa vez um pouco diferente, por esse ser mais introdutório. Vou tentar responder a seguinte pergunta: o que são jogos de tabuleiro moderno?

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Se tem algo que eu curto no Instagram é seguir a galera de ilustração. Ok, eu não desenho tanto assim, mas curto acompanhar quem ilustra (fora os outros trabalhos lindos que podemos descobrir navegando por essa rede social).



Lembra quando escrevi sobre o Ciclo de Quadrinhos? Caso não tenha lido, clique aqui. Caso já saiba do que estou falando, quero contar uma das últimas aquisições que fiz durante os encontros – Coisas de adornar paredes, do autor José Aguiar.